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Brasil
Publicada em 31/01/19 às 11:14h - 52 visualizações
Brumadinho: água do Rio Paraopeba apresenta riscos à saúde humana e animal, diz governo de MG
Nota não detalha riscos que problema pode causar. Vale terá que fornecer água potável para comunidades.

Por Carlos Amaral, G1 Minas


Especialista fala sobre as consequências para o meio ambiente da barragem em Brumadinho  (Foto: imagem da internet)

Após os resultados iniciais do monitoramento do Rio Paraopeba, o governo de Minas desaconselhou o uso da água do leito sem tratamento para qualquer finalidade, até que a situação seja normalizada.                                                  Em nota conjunta publicada na quinta-feira (30), as secretarias de Saúde (SES-MG), de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) e de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) disseram que a água do rio apresenta riscos à saúde humana e animal.                                                           O informativo do governo não detalha os riscos que a água pode causar e veio acompanhado de um relatório que demonstra alteração nos níveis da turbidez da água e de alguns metais como alumínio, cádmio, cromo, chumbo, boro, vanádio, bário e níque.                                                                                            De acordo com o assessor especial da Secretaria de Estado de Saúde, Bernardo Ramos, a medida é preventiva devido à detecção do aumento do nível de substâncias na água após a tragédia. Ele informa que, até o momento, não foram registrados nenhum atendimento específico em postos e saúde ou hospitais da região atingida.                                                                                      A indicação da Secretaria de Saúde - caso alguém tenha contato com a água não tratada do Rio Paraopeba ou ingerido alimentos que também tiveram esse contato, e apresentar náuseas, vômitos, coceira, diarreia, tonteira, ou outros sintomas - é que se procure a unidade de saúde mais próxima para informar sobre esse contato.                                                                                                    A SES-MG informou ao G1 nesta quinta que esses sintomas pode ser causados a curto prazo. Contudo, a longo prazo, o órgão disse que ainda não tem informação sobre.                                                                                          Com relação à procura da população com os sintomas que procuraram o serviço público de saúde estão sendo investigados e tratados, segundo a secretaria.                                                                                                                 As secretarias também informaram que o contato eventual com a água não causa risco de vida, mas deve ser respeitada uma área de 100 metros das margens. Para os bombeiros, que trabalham diretamente com o solo, a nota indica o uso constante de equipamentos de segurança.                                   Para que não haja falta d'água, o governo suspendeu a necessidade de outorga para perfuração de poços artesianos. Também foi determinado que a Vale forneça água potável para comunidades atingidas.                              Funcionários da Seapa já estão percorrendo as cerca de 20 cidades para orientar a não utilização da água do rio.                                                   Finalmente, a nota ressalta que a orientação é válida no trecho entre o Rio Paraopeba com o Córrego Ferro-Carvão até Pará de Minas. Em Pará de Minas há um outro rio usado para abastecimento da cidade.

Monitoramento do Rio Paraopeba

Pesquisadores, analistas e técnicos em Geociências do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) estão monitorando a velocidade de deslocamento da pluma (mistura de rejeito e água) no Rio Paraopeba.

De acordo com o último boletim do CPRM, divulgado na noite desta quarta-feira (30), a água com rejeitos estava na altura de São José da Varginha, na Região Central de Minas Gerais.




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